15 de outubro de 2010

Depois da reunião, Elias revela: 'O clima está tenso'

De volta dos amistosos que disputou pela Seleção Brasileira contra Irã e Ucrânia nos dias 7 e 11, respectivamente, Elias encontrou o Corinthians totalmente diferente de quando deixou, no início da semana passada. Adilson Batista não é mais o treinador da equipe, que caiu para o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro depois de acumular seis partidas sem vencer.
O volante participou da reunião com integrantes de duas torcidas organizadas, nesta sexta-feira à tarde, junto com o diretor de futebol, Mário Gobbi, e outros líderes do elenco corintiano, como Chicão, William e Roberto Carlos. Além do momento vivido pelo clube, as facções foram cobrar a saída do volante Souza, que teria feito o punho cruzado - um gesto típico da torcida do Flamengo, além de levantar o dedo médio para os aficionados vascaínos, o que pode render ao atacante uma suspensão imposta pelo STJD.
- Em pouco menos de dez dias, as coisas mudaram totalmente. Há dias a gente era visto como o melhor time do campeonato. Perdemos jogadores por lesão. Quando eu sai, estava tranquilo. Estou de volta e o clima está um pouco tenso, pesado, mas o ambiente entre a gente sempre foi o mesmo - disse o camisa 7.
Ciente da pressão, Souza pediu para ser dispensado das atividades da equipe até segunda-feira. Por isso, não compareceu ao CT Joaquim Grava nesta tarde.
- Não dá pra falar que foi pressão. Vieram saber o que estava acontecendo com o time. É normal. Nesse momento, eles precisam continuar apoiando como sempre fizeram. Se tiver que cobrar, vão cobrar novamente. Ninguém vai ser pressionado durante a partida. Vão dar total apoio para que os jogadores joguem um bom futebol e a equipe volte a vencer novamente - finalizou Elias.

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